Comentário baseado no
Evangelho de Lc 15,-13.11-32
Esta
parábola traz a reflexão praticamente pronta : O Filho mais novo se arrependeu
e voltou a casa do Pai que o perdoou. Será? Deixemos que o Filho sem juízo nos
conte nesta breve entrevista...
____Por que
você voltou para a casa do Pai?
Filho Pródigo ___ Vou ser sincero, a fome apertou meu amigo, quando eu pensei que escravos e empregados na casa do meu pai, tinham pão a vontade, decidi voltar.
___Opa ! Espere um pouco, e aquele arrependimento todo que você manifestou nesse evangelho?
Filho Pródigo___Apenas um discurso para convencer o Pai de que eu estava arrependido, palavras bonitas e bem colocadas que iriam tocar no coração do meu “Velho”
___Mais uma coisinha Filho Pródigo, o que te levou a sair de casa, se lá você tinha tudo que precisava?
Filho Pródigo___Na Casa do Pai tinha a impressão de que não era livre, eu queria aproveitar a vida, fazer tudo o que meu coração desejava gozar e desfrutar de todos os prazeres e alegrias que o mundão nos oferece. Enfim, como vocês dizem por aí “Cair na gandaia” de cabeça e ser livre...
___Deixa ver se eu entendi, as vezes nós cristãos achamos que os maus, os que não conhecem a Deus e a sua verdade, são mais felizes porque fazem muitas coisas, sem se importar com a ética, moral, doutrina da Fé e tudo mais. É a liberdade que o adolescente quer, sem a ingerência dos pais em sua vida....
Filho Pródigo ____Isso mesmo, eles tem com os pais não uma relação de amor, mas de compromisso e obrigatoriedade em fazer o que eles mandam, parecem mais empregados do que Filhos.
____E o que mudou na sua vida após a volta a casa paterna?
Filho Pródigo____Bom, confesso que não fazia ideia de quanto meu Pai me amava, imagine você que todos os dias ele ficava á minha espera. O jeito que ele me abraçou, me pos aquele manto, me deu a sandália e o cajado, tudo isso sem exigir que eu tomasse um banho, ele cobriu a minha sujeira e imundície com aquela veste. E fez uma festa inesquecível. Nesse retorno descobri algo inédito, o amor do Pai, imenso, grandioso, gratuito e incondicional. Juro que eu não sabia....
___Então nessa parábola, o foco é o Pai Infinitamente Bom e Misericordioso?
Filho Pródigo ___Pois é, Se o Pai não me desse a liberdade de pecar, indo embora da sua casa, jamais eu saberia o quanto ele me ama. Eu sou cada um de vocês aí na Igreja de 2013, a gente vai e vem, e o Pai ali, de braços sempre abertos, nos acolhendo com imensa alegria, porque nos ama de maneira apaixonada...
Filho Pródigo ___ Vou ser sincero, a fome apertou meu amigo, quando eu pensei que escravos e empregados na casa do meu pai, tinham pão a vontade, decidi voltar.
___Opa ! Espere um pouco, e aquele arrependimento todo que você manifestou nesse evangelho?
Filho Pródigo___Apenas um discurso para convencer o Pai de que eu estava arrependido, palavras bonitas e bem colocadas que iriam tocar no coração do meu “Velho”
___Mais uma coisinha Filho Pródigo, o que te levou a sair de casa, se lá você tinha tudo que precisava?
Filho Pródigo___Na Casa do Pai tinha a impressão de que não era livre, eu queria aproveitar a vida, fazer tudo o que meu coração desejava gozar e desfrutar de todos os prazeres e alegrias que o mundão nos oferece. Enfim, como vocês dizem por aí “Cair na gandaia” de cabeça e ser livre...
___Deixa ver se eu entendi, as vezes nós cristãos achamos que os maus, os que não conhecem a Deus e a sua verdade, são mais felizes porque fazem muitas coisas, sem se importar com a ética, moral, doutrina da Fé e tudo mais. É a liberdade que o adolescente quer, sem a ingerência dos pais em sua vida....
Filho Pródigo ____Isso mesmo, eles tem com os pais não uma relação de amor, mas de compromisso e obrigatoriedade em fazer o que eles mandam, parecem mais empregados do que Filhos.
____E o que mudou na sua vida após a volta a casa paterna?
Filho Pródigo____Bom, confesso que não fazia ideia de quanto meu Pai me amava, imagine você que todos os dias ele ficava á minha espera. O jeito que ele me abraçou, me pos aquele manto, me deu a sandália e o cajado, tudo isso sem exigir que eu tomasse um banho, ele cobriu a minha sujeira e imundície com aquela veste. E fez uma festa inesquecível. Nesse retorno descobri algo inédito, o amor do Pai, imenso, grandioso, gratuito e incondicional. Juro que eu não sabia....
___Então nessa parábola, o foco é o Pai Infinitamente Bom e Misericordioso?
Filho Pródigo ___Pois é, Se o Pai não me desse a liberdade de pecar, indo embora da sua casa, jamais eu saberia o quanto ele me ama. Eu sou cada um de vocês aí na Igreja de 2013, a gente vai e vem, e o Pai ali, de braços sempre abertos, nos acolhendo com imensa alegria, porque nos ama de maneira apaixonada...
O Pai misericordioso e compassivo
A sucessão das três
parábolas de misericórdia é resposta à murmuração dos escribas e fariseus (v.
2). O protagonista da parábola dos dois filhos é o pai, misericordioso e
compassivo.
O
filho mais novo, depois de esbanjar tudo o que ele tinha recebido do pai, volta
para a casa do pai, não por consideração a ele, propriamente, mas porque queria
matar a fome (cf. vv. 6-17). Tudo o que pensa dizer e dirá ao pai é meio para
alcançar o que ele efetivamente queria: matar a fome. O pai conhece seu filho,
mas ele não leva em conta a sua artimanha: acolhe-o e devolve a ele a dignidade
que o pecado o fizera perder (cf. vv. 20b-24).
A
atitude do pai provoca a reação surpreendente do filho mais velho: a raiva e a
recusa de participar da festa (cf. v. 28). O filho mais velho é convidado a
entrar no coração do pai, pois "há mais alegria no céu por um pecador que
se converte do que noventa e nove justos que não precisam de conversão"
(cf. vv. 7.10.23-24).
.
ACOLHENDO O PECADOR
A
consciência do pecado vem acompanhada do sentimento de vergonha em relação a Deus.
A revolta contra o seu amor misericordioso parece não se justificar. Junto com
a vergonha vem o sentimento de ingratidão. E o pecador reconhece ser uma
loucura o ter-se afastado do Pai.
Sua
reação costumeira: duvidar de que possa ser perdoado. Em outros termos, duvidar
que Deus esteja disposto a perdoar, devido à magnitude do pecado cometido.
O
Evangelho aconselha, firmemente, o pecador a voltar para o Pai, cujo rosto,
revelado por Jesus, é um incentivo à essa volta confiante. Deus quer ter junto
de si todos os seus filhos. E está sempre disposto a esquecer o passado, pois
confia que, no futuro, tudo será melhor. Não coloca limites para o perdão, nem
faz distinção entre faltas perdoáveis e faltas imperdoáveis. Tudo pode ser
perdoado, quando o pecador se predispõe a voltar.
Alegra-se, sobremaneira, com a volta de um filho pecador, pois é como se este estivesse ressuscitando, depois de experimentar a morte. Não considera o pecador como pessoa de segunda categoria, só porque se desviou do bom caminho.
Alegra-se, sobremaneira, com a volta de um filho pecador, pois é como se este estivesse ressuscitando, depois de experimentar a morte. Não considera o pecador como pessoa de segunda categoria, só porque se desviou do bom caminho.
Vale
a pena confiar no amor misericordioso de Deus Pai.
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